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FUNDE PARTICIPA NA EXPOSIÇÃO/FEIRA SOBRE A BIODIVERSIDADE
A FUNDE PROMOVE CARAVANA JURÍDICA: Ler mais: http://www.apolitecnica.ac.mz/index.php/noticias/351-caravana-juridica
Apresentação Institucional - Funde
Joaquim Chissano
Antigo Presidente da República, fala sobre a FUNDE
Magid Ossman
Empresário, fala sobre a FUNDE.
Foto de família com os participantes do seminário sobre bancarização.
Seminário sobre Jornalismo Universitário - Linguagem como Factor Identitário.
Apresentação de uma peça teatral durante a cerimónia de encerramento do ano lectivo na Escola Primária 25 de Junho.

Universidade Politecnica 

 

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Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação

Sobre

ponto A FUNDE é uma entidade de utilidade pública, sem fins lucrativos e surgiu por despacho do Conselho de Ministros, em sessão ordinária no dia 18 de Setembro de 2012.

   A Funde tem como objectivo geral a promoção de acções e actividades sociais, tais como:

.Educação e capacitação não formal em áreas específicas e estratégicas para o desenvolvimento das comunidades do País;

.Relacionamento com a comunidade;

.Formação e capacitação técnico-profissional;

.Actuação nos domínios artístico, cultural e desportivo.

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  • .Promoção do ser humano nas suas dimensões física, intelectual, científica e económico-social;
  • .Contribuição para a elevação das capacidades individuais e das comunidades;
  • .Promoção do espírito de empreendedorismo no seio das comunidades;
  • .Intervenção, planeamento e execução de estratégias de desenvolvimento;
  • .Cooperação com entidades do Estado, privadas e da sociedade civil, em tudo o que se relacionar com o seu fim.
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Jovens debatem liberdade de expressão em tempos de violência

Palestra

A Universidade Politécnica acolheu esta terça-feira, 25 de Outubro, uma palestra subordinada ao tema “Liberdade de Expressão em Tempos de Violência: Soluções para os Jovens”, que tinha como objectivo promover a liberdade de expressão, de pensamento e de opinião, para além de contribuir para o fortalecimento do diálogo na solução de questões relacionadas com a violência contra jovens, mulheres, crianças e outros grupos vulneráveis, e fortalecer a democracia através do debate de ideias e do envolvimento dos estudantes no debate sobre a agenda nacional do desenvolvimento.

Na ocasião, Hachimo Chagane, representante da Universidade Politécnica, organizadora da palestra, referiu que vários factores podem explicar a falta ou o medo do exercício da liberdade de expressão por parte do indivíduo, dentre os quais a família e a escola, primeira e segunda instituições de socialização, respectivamente. 

“Se eu não tenho espaço para exercer a minha liberdade de expressão na família dificilmente conseguirei fazê-lo na sociedade”, disse Hachimo Chagane, que defende que um indivíduo com a auto-estima mal preparada na família certamente perderá segurança e confiança em si próprio. “Mesmo que tenha algo para dizer terá dificuldades para o fazer. Isso abre espaço para que reine a cultura do silêncio”.

Sobre o papel da escola, o representante da Universidade Politécnica é da opinião de que esta deve voltar a ser o local onde o aluno aprende a exercer os seus direitos. “A escola, hoje, tem professores desmotivados, alunos desinteressados, pais distraídos e a sociedade está indiferente a tudo isso”.

Por seu turno, Cármen Bila, do Parlamento Juvenil, disse ser necessário que os cidadãos conheçam e entendam o significado da liberdade de expressão, pois só assim é que poderão saber accionar os mecanismos ou instâncias competentes, tais como a polícia, a procuradoria e os tribunais, sempre que esta for violada. 

Mais adiante, Cármen Bila afirmou que os mecanismos de protecção dos direitos em Moçambique são ineficazes, por isso “optamos pelo conformismo e pelo criticismo. Temos muitas leis mas não são respeitadas ou aplicadas. E os cidadãos têm medo de exercer o seu direito à liberdade de expressão por temer represálias, a censura, etc. Acabamos por optar por mecanismos não apropriados, como é o recurso à imprensa”, acrescentou Cármen Bila.

Já a representante da Associação Wansati Pfuka, Felicidade Chirindza, considerou que, para o exercício pleno da liberdade de expressão, as pessoas devem ter habilidades para escutar e analisar. 

“Não basta conhecer os seus direitos e liberdades. As pessoas têm de aceitar e saber que a diferença é boa e necessária. Têm de saber acolher um ao outro e isso não se consegue através da força ou coerção, mas sim com base no diálogo”, 

 

Participantes na palestra sobre liberdade de expressão em tempos de violência

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