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Entrega de certificados do curso de Liderança em Comunicação Estratégica para a Saúde
Quarta edição da “Exposição sobre a Biodiversidade Itinerante: A Cultura da Conservação e o Desenvolvimento Sustentável”
Caravana Jurídica, que consistiu na assistência jurídica e psicológica gratuita...
Total Moçambique financia bolsa de estudos aos estudantes do Programa REPTO-IMEP
Homenagem ao primeiro Reitor da Universidade Politécnica Prof. Doutor Lourenço do Rosário
O Programa de Reforma do Ensino Técnico-Profissional no Instituto Médio Politécnico (REPTO-IMEP) da FUNDE-Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação, vai formar, durante três anos, um total de 744 técnicos médios.
FUNDE PARTICIPA NA EXPOSIÇÃO/FEIRA SOBRE A BIODIVERSIDADE
Arrancaram as aulas do Programa de Reforma do Ensino Técnico-Profissional no Instituto Médio Politécnico
Feira de assistência jurídica e atendimento psicológico
Apresentação Institucional - Funde
Joaquim Chissano
Antigo Presidente da República, fala sobre a FUNDE
Magid Ossman
Empresário, fala sobre a FUNDE.
Foto de família com os participantes do seminário sobre bancarização.
Seminário sobre Jornalismo Universitário - Linguagem como Factor Identitário.
Apresentação de uma peça teatral durante a cerimónia de encerramento do ano lectivo na Escola Primária 25 de Junho.

Universidade Politecnica 

 

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Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação

Sobre

ponto A FUNDE é uma entidade de utilidade pública, sem fins lucrativos e surgiu por despacho do Conselho de Ministros, em sessão ordinária no dia 18 de Setembro de 2012.

   A Funde tem como objectivo geral a promoção de acções e actividades sociais, tais como:

.Educação e capacitação não formal em áreas específicas e estratégicas para o desenvolvimento das comunidades do País;

.Relacionamento com a comunidade;

.Formação e capacitação técnico-profissional;

.Actuação nos domínios artístico, cultural e desportivo.

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  • .Promoção do ser humano nas suas dimensões física, intelectual, científica e económico-social;
  • .Contribuição para a elevação das capacidades individuais e das comunidades;
  • .Promoção do espírito de empreendedorismo no seio das comunidades;
  • .Intervenção, planeamento e execução de estratégias de desenvolvimento;
  • .Cooperação com entidades do Estado, privadas e da sociedade civil, em tudo o que se relacionar com o seu fim.
  • ____________________________________________________

 Ética, Integridade e Deontologia Profissional

 Desafios da Função Pública e, em particular, da Autoridade Tributária

As Alfândegas de Moçambique representam um sector credível no País, apesar de muitos cidadãos, advogados pelo senso comum, terem uma percepção completamente diferente sobre esta instituição tutelada pela Autoridade Tributária (AT).
Estes pronunciamentos foram feitos, recentemente, em Maputo, pelo académico e primeiro Reitor da Universidade Politécnica, Lourenço do Rosário, durante a palestra que proferiu para os quadros da AT, subordinada ao tema “Ética, Integridade e Deontologia Profissional - Desafios da Função Pública e, em particular, da Autoridade Tributária”.
Conforme explicou Lourenço do Rosário, o senso comum impulsionou a ideia de que o funcionário alfandegário não tem nenhuma credibilidade na sociedade.
Este pré-julgamento, para todos os efeitos injusto na opinião do académico, deriva, conforme referiu, “do facto de que muitos dos quadros alfandegários, passado algum tempo após a sua admissão, apresentavam sinais exteriores de riqueza que os seus proveitos mensais não podiam cobrir, contaminando, por isso, a percepção da sociedade”.
“Há mais ou menos 15 anos, fiz parte de uma organização da Sociedade Civil, cujo objectivo era inquirir os cidadãos devidamente identificados por grupos, entre famílias urbanas e rurais ao longo do território nacional, sobre qual era a percepção que tinham a respeito da credibilidade das nossas instituições”, contextualizou.
Dessa inquisição, conforme avançou Lourenço do Rosário, os cidadãos classificaram diversas instituições a partir daquelas que consideravam mais credíveis para as menos credíveis. “De uma forma gradual, no sentido ascendente, a pior era a Polícia da República de Moçambique, depois o Sistema Judiciário e, a seguir, as Alfândegas”, revelou.
No entanto, Lourenço do Rosário posicionou-se contra esta conclusão, alegando que “o cidadão, muitas vezes sem qualquer experiência directa, tinha formado já uma opinião, a partir do senso comum, que aquelas instituições que tinham a obrigação de criar condições para o seu bem-estar não eram credíveis”.
“O senso comum tem muita força porque pode criar uma cultura de certezas que desenvolve uma bolsa de opinião cristalizada”, referiu, assegurando que esta narrativa cria uma avaliação injusta e generalizada.
Adiante, Lourenço do Rosário foi peremptório ao assumir que “não me identifico com o preconceito que paira no ar. Por isso distancio-me. Mas não posso deixar de reafirmar que, de uma forma geral, esta bolsa de opinião ainda persiste até hoje”.
Para fundamentar ainda mais o seu posicionamento, Lourenço do Rosário destacou a importância deste tipo de palestras e de outras iniciativas levadas a cabo pela AT, “que servem essencialmente para abrir as portas desta instituição de modo a mostrar, a partir de dentro para fora e vice-versa, que nada há a esconder e que esta instituição tem credibilidade”.
“É por isso que a Autoridade Tributária definiu o Código de Conduta dos seus funcionários, onde, naturalmente, define de forma positiva o que cada um deve seguir, com diversos capítulos, o que pressupõe que a sua transgressão será um comportamento anti-ético”, concluiu.

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