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FUNDE e Fundação Tzu Chi juntam esforços em prol da educação do povo moçambicano
FMI projecta um crescimento económico de 4,7%para 2019
Abertura Oficial do Congresso Internacional sobre a Cultura e Turismo
O emprego que queremos. Inovação Social em Moçambique
Jornada "O emprego que queremos. Inovação Social em Moçambique"
Entrega de certificados do curso de Liderança em Comunicação Estratégica para a Saúde
Quarta edição da “Exposição sobre a Biodiversidade Itinerante: A Cultura da Conservação e o Desenvolvimento Sustentável”
Caravana Jurídica, que consistiu na assistência jurídica e psicológica gratuita...
Total Moçambique financia bolsa de estudos aos estudantes do Programa REPTO-IMEP
Homenagem ao primeiro Reitor da Universidade Politécnica Prof. Doutor Lourenço do Rosário
O Programa de Reforma do Ensino Técnico-Profissional no Instituto Médio Politécnico (REPTO-IMEP) da FUNDE-Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação, vai formar, durante três anos, um total de 744 técnicos médios.
FUNDE PARTICIPA NA EXPOSIÇÃO/FEIRA SOBRE A BIODIVERSIDADE
Arrancaram as aulas do Programa de Reforma do Ensino Técnico-Profissional no Instituto Médio Politécnico
Feira de assistência jurídica e atendimento psicológico
Apresentação Institucional - Funde
Joaquim Chissano
Antigo Presidente da República, fala sobre a FUNDE
Magid Ossman
Empresário, fala sobre a FUNDE.
Foto de família com os participantes do seminário sobre bancarização.
Seminário sobre Jornalismo Universitário - Linguagem como Factor Identitário.
Apresentação de uma peça teatral durante a cerimónia de encerramento do ano lectivo na Escola Primária 25 de Junho.

Universidade Politecnica 

 

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Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação

Sobre

ponto A FUNDE é uma entidade de utilidade pública, sem fins lucrativos e surgiu por despacho do Conselho de Ministros, em sessão ordinária no dia 18 de Setembro de 2012.

   A Funde tem como objectivo geral a promoção de acções e actividades sociais, tais como:

.Educação e capacitação não formal em áreas específicas e estratégicas para o desenvolvimento das comunidades do País;

.Relacionamento com a comunidade;

.Formação e capacitação técnico-profissional;

.Actuação nos domínios artístico, cultural e desportivo.

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  • .Promoção do ser humano nas suas dimensões física, intelectual, científica e económico-social;
  • .Contribuição para a elevação das capacidades individuais e das comunidades;
  • .Promoção do espírito de empreendedorismo no seio das comunidades;
  • .Intervenção, planeamento e execução de estratégias de desenvolvimento;
  • .Cooperação com entidades do Estado, privadas e da sociedade civil, em tudo o que se relacionar com o seu fim.
  • ____________________________________________________

FMI projecta um crescimento económico de 4,7%para 2019

Mesa de painel

O Fundo Monetário Internacional (FMI) projecta um crescimento económico, para Moçambique, entre 4 e 4,7 por cento, no próximo ano, segundo indicou, na quarta-feira, 12 de Dezembro, em Maputo, o representante residente desta instituição, em Moçambique.

Dr. Ari Aisen, que falava à margem de uma palestra, promovida pela Escola Superior de Altos Estudos e Negócios – ESAEN, uma Unidade Orgânica da Universidade Politécnica, sob o tema: “A Conjuntura Económica Internacional e Potenciais Impactos nas Economias Emergentes e de Moçambique”, sustentou que o desempenho da economia moçambicana, em 2019, vai depender, em parte, da Decisão Final de Investimentos (FID) das empresas no sector de gás, na bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado.
O representante residente referiu, igualmente, que aliado a este factor, o pagamento aos fornecedores e o contínuo relaxamento cauteloso de uma política monetária podem favorecer o aumento de crédito, assim como a manutenção da paz, que é um elemento central no projecto do crescimento económico do país.
A Decisão Final de Investimentos sinaliza, conforme argumentou o Dr. Ari Aisen, o grande potencial que Moçambique tem e que poderá catapultar o crescimento da economia para 4,7%.
O orador alertou sobre os riscos que as economias da África subsariana têm, e que podem ser externos, como os preços do carvão e do alumínio, que se espera que não tenham declínio no mercado internacional. Apontou ainda para os factores de risco climáticos, que podem pressionar a política fiscal e económica, tendo, por consequência, recomendado para a observância de uma disciplina fiscal acentuada.
“Recomendamos uma disciplina fiscal neste processo, para evitar situações de agravamento, depreciação e inflação da moeda, quando comparado com o que o país registou no ano passado, com o Produto Interno Bruto (PIB) a registar uma subida de 3,5 pontos percentuais, em 2018, para 4.7%, como projecção em 2019”, disse o Dr. Ari Aisen.

A inflação também registou uma estabilidade, com o registo de 6.5 pontos percentuais, em 2018, e projecta-se 5,5 pontos percentuais para 2019. A taxa de câmbio, segundo Ari Aisen, continuará estável em 2019.
Abordado momentos após a palestra, o Prof. Doutor Narciso Matos, Magnífico Reitor da Universidade Politécnica, disse ter tirado várias ilações da apresentação feita pelo representante do FMI em Moçambique, particularmente no que se refere às projecções do ano económico de 2019.

Sobre o evento, o Magnífico Reitor explicou que se insere no novo ciclo de palestras, que visa orientar os estudantes da maior universidade privada do país, o corpo docente e convidados, sobre as dinâmicas da economia nacional e suas directrizes.

Ari Aisen representante Residente do Fundo Monetário Internacional em Moçambique 3 Narciso Matos reitor da Universidade Politécnica Ari Aisen representante Residente do Fundo Monetário Internacional em Moçambique 4 Participantes

 

O emprego que queremos - Inovação social em Moçambique

Painel da mesa redonda sobre inovacao Narciso Matos reitor da Universidade Politecnica Painel sobre Emprego Rural em Mocambique Rosania da Silva directora executiva da FUNDE
Marta Salsona da area internacional da   Jaime Diaz coordenador da W4P em Moambique

ParticipantesOs produtores agrícolas e pequenos empreendedores da província de Cabo Delgado poderão beneficiar, em breve, de um fundo de garantia e um mercado grossista local, para a comercialização dos seus produtos, no âmbito da implementação do programa Work 4 Progress (W4P), promovido pela Fundação la Caixa e a ser liderado, em Moçambique, pela Fundação Ayuda en Acción.

O programa W4P foi apresentado, na quinta-feira, 18 de Outubro, em Maputo, na jornada pública intitulada “O emprego que queremos – Inovação social em Moçambique”, promovida pela FUNDE-Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação (da Universidade Politécnica) e a fundações espanholas “la Caixa” e “Ayuda en Acción”.
O W4P, é pioneiro na Índia, Moçambique e Peru, e visa impulsionar plataformas integradas de desenvolvimento público-privado para o fomento do emprego de qualidade entre mulheres e jovens vulneráveis.
De acordo com Jaime Diaz, coordenador do W4P em Moçambique, a implementação deste programa, em Cabo Delgado, iniciou em Março, com a auscultação dos potenciais beneficiários.
“Neste momento, estamos a implementar a segunda fase, que consiste na criação de protótipos, com diferentes actores, como o sector privado e a universidade para decidirmos que esboço de protótipos serão feitos e posteriormente executados”, explicou.
Os protótipos já esboçados, conforme indicou Jaime Diaz, incidem sobre a horticultura, produção de grãos e ainda o trabalho com mulheres e jovens, visando a inserção laboral e desenvolvimento de microempreendimentos, para a geração de renda.
“Temos ainda dois protótipos que ainda não foram aprovados, mas que achámo-los interessantes, como são a criação de um mercado grossista local, para a venda de produtos agrícolas e a constituição de um fundo de garantia, para assistir aos produtores e microempreendedores”, frisou.
Para o reitor da Universidade Politécnica, Narciso Matos, a jornada pública representou um passo de um processo de colaboração entre a FUNDE e as fundações espanholas.
“Esperamos que dentro dos próximos cinco anos, o W4P seja piloto, melhorado e replicado em outras partes do País”, disse Narciso Matos, ajuntando que “a jornada foi um exercício importante de auscultação, com vista a iniciarmos o processo de planificação, tendo em consideração a noção de que é preciso atender às percepções sobre os problemas por parte de quem os vive e daí encontrar soluções sem ter a ilusão de que existem soluções definitivas”.
Satisfeita com o nível de adesão, Rosânia da Silva, directora Executiva da FUNDE, considerou que o principal objectivo da jornada era lançar publicamente o W4P, para dar a conhecer ao Governo, sectores público e privado e a sociedade civil, em geral, a existência do programa, sua importância, organização, conceito da plataforma e como funciona.
“Os debates ajudaram a plataforma a obter mais subsídios sobre a forma de trabalhar e entender melhor as visões dos sectores público e privado sobre o emprego rural e urbano, sobretudo para jovens e mulheres, e, acima de tudo, a necessidade de se discutir a relação emprego/trabalho, referenciada pela ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, na sessão de abertura.
Por sua vez, Marta Salsona, da área internacional da Fundação la Caixa, explicou que o W4P representa uma nova maneira de trabalhar para promover o emprego e a inovação em Cabo Delgado.
Com este programa, segundo destacou Marta Salsona, prevê-se que mulheres e jovens de Cabo Delgado melhorem as suas condições de vida, com a criação de novos empregos e profissionalização dos camponeses, que trabalham por conta própria, bem como a promoção da cultura de colaboração entre as organizações da sociedade civil, dos sectores privado e público e da academia naquela província.
“Acreditamos que se criarmos uma plataforma de colaboração entre estes actores, o nosso programa terá êxito, gerando muitas oportunidades para a população de Cabo Delgado”, concluiu.

Sir Motors atribui 15 bolsas de estudo aos estudantes do Programa REPTO-IMEP

Assinatura do Memorando de Entendimento Troca de Pastas Foto de familia Participantes
Narciso Matos Reitor da Universidade Pol Filipe Couto Representante da Sir Motors

A Sir Motors vai atribuir 15 bolsas de estudo, por um período de três anos, a estudantes carenciados da província de Tete, beneficiários do programa de reforma do ensino técnico-profissional, sem fins lucrativos, REPTO-IMEP. Um programa, cuja vocação é formar e graduar técnicos profissionais de nível médio, e que é desenvolvido no Instituto Médio Politécnico - IMEP (delegação de Tete e Nampula), sob tutela da Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação – FUNDE.

Para o efeito, a Directora geral da Sir Motors, Sra. Sheila Camal, assinou, na quinta-feira, 30 de Agosto, na cidade de Maputo, um memorando de entendimento com o Reitor da Universidade Politécnica, Prof. Doutor Narciso Matos, através do qual se compromete a desembolsar quatro milhões e quinhentos mil meticais durante o período de vigência do acordo.

Ainda à luz deste memorando, cuja assinatura foi testemunhada pelo Governador da Província de Tete, Dr. Paulo Auade e a coordenadora das bolsas, Dra. Ana Rita Sithole, a Sir Motors vai oferecer aos beneficiários das bolsas a oportunidade de efectuarem visitas de estudo, estágios e, eventualmente, contratá-los, em função das necessidades da empresa.

Na ocasião, Padre Filipe Couto, que falava em representação do presidente do Conselho de Administração da Sir Motors, Amade Camal, afirmou que a empresa decidiu associar-se ao projecto REPTO-IMEP como forma de contribuir para o desenvolvimento do País, investindo na educação.

“Não há desenvolvimento sem educação. Estamos a falar de hidrocarbonetos, mas temos que ter cuidado. A sua exploração ainda não iniciou, e nem se sabe exactamente quando vai iniciar. E quando iniciar, (os hidrocarbonetos) podem acabar. Por isso estamos a fazer este investimento. Um povo educado encontra sempre uma maneira de sobressair”, disse o Padre Filipe Couto.

Por seu turno, o Reitor da Universidade Politécnica, Prof. Doutor Narciso Matos, louvou a Sir Motors pelo apoio aos beneficiários do REPTO-IMEP, que, no seu entender, demonstra o valor que a educação representa para a empresa.

Este memorando é sinal de que “para a Sir Motors, assim como para nós, a educação é a maior riqueza de Moçambique. Não é o gás, o petróleo, as praias ou a agricultura. É a educação que vai garantir que os moçambicanos usem ou transformem estas coisas para encher os nossos estômagos e os nossos corações, bem como criar felicidade para os moçambicanos”.

O REPTO-IMEP é uma iniciativa social da Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação - FUNDE, apoiada pela Universidade Politécnica e patrocinada pelo JOBA, um programa de habilidades para o emprego financiado pelo UK Aid (DFID-Departamento Britânico para o Desenvolvimento Internacional).

A iniciativa teve o seu início em Março de 2018 nas províncias de Nampula e Tete, abrangendo as áreas de Indústria e Construção Civil. Em Nampula, são ministrados os cursos de Mestre-de-Obras, Medidores Orçamentistas e Electricidade Industrial e, em Tete, os de Estradas e Pontes, Manutenção de Equipamentos Hidráulicos e Construções Mecânicas.

Os cursos, de nível médio, têm a duração de três anos, sendo que os candidatos devem ter, no mínimo, 15 anos de idade e concluído a 10ª classe. Os professores do programa passam por uma formação e certificação que os habilitam a ministrar cursos por competência.

Por forma a garantir o recrutamento e retenção de jovens de classe média-baixa, o REPTO-IMEP estabelece um sistema de apoio financeiro, através de bolsas de estudo (apoio em materiais escolares, alimentação, transporte e residência estudantil), apoio psicológico (saúde preventiva e materno-infantil) aos seus formandos, principalmente às mulheres desfavorecidas, de modo a propiciar as mais elevadas condições de aprendizagem.

Entrega de certificados do curso de Liderança em Comunicação Estratégica para a Saúde

Rosania da Silva directora executiva da Foto de familia com os formandos Patrick Devos representante da Johns Hop Stela Banze participante

Um total de 14 formandos concluiu na sexta feira, 28 de Setembro, em Maputo, a formação em “Liderança em Comunicação Estratégica para a Saúde”, implementada pela Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação (FUNDE) e o Centro de Excelência em Comunicação para a Saúde (CECS), realizada no âmbito do projecto Rumos.

O curso, que decorreu de 17 a 28 do mês de Setembro, no Centro de Excelência em Comunicação para a Saúde, da Escola Superior de Altos Estudos e Negócios (ESAEN), uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, tinha como objectivo fortalecer conhecimentos e habilidades dos gestores de programas para a saúde em Moçambique.

Para tal, foram usadas as mais recentes teorias e abordagens sobre o desenvolvimento e estratégias de comunicação, que constituiu uma oportunidade para melhorar habilidades e conhecimentos para a mudança social e de comportamentos.

Patrick Devos, representante da Johns Hopkins University, disse que o centro é especializado em trazer conhecimentos científicos e que usa psicologias e abordagens que podem ajudar a mudar comportamentos e atitudes de pessoas nas áreas de saúde em Moçambique.

“Em Moçambique, através da nossa organização, Rumos, concorremos para um concurso lançado pela USAID que tem financiamento próprio e vencemos, dando origem a este projecto, que teve o seu início no ano passado com um orçamento de 10 milhões de dólares norte americanos, e que vai ter uma duração de 4 anos”, disse Patrick Devos.

No decurso da sua intervenção o representante da Johns Hopkins University concluiu encorajando aos participantes para que usem os conhecimentos adquiridos nas suas áreas de trabalho e de actuação, porque na verdade trata-se de um curso participativo e advertiu que é apenas o início e gostava de ver desenvolvidos os conceitos partilhados durante as duas semanas de formação, de forma a que o país possa ver os índices quer de HIV/Sida ou da Malária reduzidos.

A directora executiva da Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação (FUNDE), Rosânia da Silva, agradeceu a parceria que já dura há vários anos e através da qual tem sido possível desenvolver várias actividades em diversas vertentes, assim como enalteceu o apoio do Ministério da Saúde, que constitui um reconhecimento do esforço que tem sido feito para a promoção da liderança em comunicação para a saúde.

“Nós estamos de portas abertas para a formação e quem sabe nos próximos anos, o número de participantes, isto é, de formandos, cresça e que estes possam pôr em prática os conhecimentos adquiridos e fico ainda na expectativa de ver a mudança de comportamentos no país, nesta área”, frisou Rosânia da Silva.

Stela Banze, uma das participantes na formação, disse que leva consigo vários conhecimentos que serão aplicados com mais-valia no seu sector, visto que as patologias que têm tirado muitas vidas, são o HIV/Sida e a Malária.

“Aprendi muito neste curso de capacitação que vai levar a minha carreira profissional a outros patamares, onde nós como formandos, devemos-nos colocar no lugar de audiência para que através disto possamos elaborar estratégias para o alcance dos objectivos almejados”, disse Stela Banze.

Importa realçar que a formação, destinada a estudantes, gestores, técnicos seniores e médios de programas de comunicação para a saúde e programas de desenvolvimento, visa fortalecer os conhecimentos e habilidades dos gestores de programas de comunicação para a saúde em Moçambique.

 

Quarta edição da “Exposição sobre a Biodiversidade Itinerante: A Cultura da Conservação e o Desenvolvimento Sustentável”

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A Fundação para o Desenvolvimento da Biodiversidade (BIOFUND), contando com parceria da Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação (FUNDE), organizarou, recentemente, na cidade de Inhambane, a quarta edição da “Exposição sobre a Biodiversidade Itinerante: A Cultura da Conservação e o Desenvolvimento Sustentável”.

A exposição, que decorreu sob o lema “Harmonizando o Desenvolvimento Económico e a Conservação da Biodiversidade em Moçambique”, visava consciencializar as pessoas sobre as possíveis consequências da má conservação da biodiversidade moçambicana, com destaque para as riquezas, riscos e desafios existentes na província de Inhambane, através da identificação e do envolvimento de parceiros e beneficiários de diferentes áreas.

Para tal, a FUNDE capacitou como guias da exposição 15 estudantes provenientes da ADPP (Escola de Professores do Futuro) e da Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Inhambane, em matérias ligadas à biodiversidade em Inhambane, espécies aquáticas, habitats aquáticos, fauna e flora.

A escolha de Inhambane para acolher a quarta edição da exposição resulta, por um lado, do facto de ser uma província que apresenta uma grande biodiversidade e por ser a que adere às melhores práticas internacionais de conservação e desenvolvimento sustentável da biodiversidade na região Sul do País.

Por outro lado, a província de Inhambane é a que possui o maior número de áreas de conservação no País, nomeadamente a Reserva Nacional do Pomene, o Parque Nacional do Arquipélago do Bazaruto, a Zona de Protecção Total de Cabo São Sebastião e o Parque Nacional do Zinave.

A parceria entre a FUNDE e a BIOFUND resulta do impacto positivo da primeira exposição sobre a biodiversidade, organizada aquando do lançamento da BIOFUND, em Junho de 2015, na cidade de Maputo, e dos apelos feitos por diversas individualidades no sentido de envolver e beneficiar professores e alunos das escolas primárias e secundárias, bem como de centros de ensino e universidades.

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